TELEPATIA ANIMAL

Todo mundo que tem cachorro ou um gato em casa sabe como é possível comunicar-se com eles de forma verbal, gestual e pelo pensamento.

Pessoalmente tenho observado que quando a minha esposa está fora de casa, e já está perto da hora de voltar, nosso cão sai do seu refúgio e vá em direção a porta pela qual ela acabará entrando para fazer uma festa e demonstrar sua alegria por ter voltado para casa.

Ao longo do tempo percebi que alguma coisa a mais existe na relação entre seres humanos e cães, que os tem tornado o melhor amigo do homem. A amizade com o ser humano pressupõe a melhor estratégia de sobrevivência, o ser humano se encarrega de prover os meios materiais de proteção e alimentação, e o cão facilita a convivência com sua amizade e a proteção do território contra ameaças.

Como em todas as amizades existe uma união de pensamentos, um interesse em comum, e isso ativa fortemente a comunicação de pensamentos, a telepatia.

Existe sem dúvida por parte dos cães, e de outros animais domésticos uma habilidade extrema na análise intuitiva de movimentos e gestos.

Analisando o relacionamento com meu cão, um Shitzu de nome Toddy, resolvi sacaneá-lo. Na hora do almoço, ele sempre ficava embaixo da mesa ou reclamando seu pedaço ou aguardando que alguma migalha caísse para fazer sua festa. O momento de maior atenção era vivenciado cada vez que fazíamos o corte da carne e a levávamos a boca, ele mantinha o rabo levantado e não tirava sua atenção do ato. Percebendo que dada a posição embaixo da mesa, ele não poderia saber em que momento eu manuseava a carne, testei se seu apurado olfato o informava do momento do corte.

Convicto de que ele fazia a leitura dos meus pensamentos, o submeti a diversos testes (Quem não gosta de fazer experimentos científicos em casa?). Comecei a pensar que ia dar um prémio para ele pelo fato de ser tão fiel, e cada vez que eu pensava que ia dar um belo naco de carne, ele balançava o rabo em sinal de aprovação e agitação alegre.

Quando eu apenas pensava que não iria entregar o prémio ele parava de imediato a agitação. Bingo, se cortei a carne e ativei o reflexo condicionado da alegria pelo manjar a caminho, e ainda não entreguei o prémio, como ele sabe que não existe a tal recompensa?

Levei o experimento mais longe ainda. Em algumas ocasiões no meu prato não tinha proteína animal. Eu apenas projetava na minha mente o corte vermelho e saboroso do prémio que ia entregar, e ele agitava novamente o rabo. Não existindo o barulho e a sensação olfativa que indicasse a alimentação, significou para mim que ele estava lendo meus pensamentos, fazendo contato de alguma forma com meus conteúdos mentais.

Um dos primeiros estudos registrados sobre a conexão mental entre seres humanos e animais, é no ano 1920 por um cientista Russo Vladimir Bekhhterer, quem observa um espetáculo de circo onde um adestrador dá apenas comandos mentais para o seu cão. Ele decide testar essa atividade e coloca o cão e o dono (o amigo do cão) em salas distantes não sendo possível o contato visual, e comprova a comunicação entre o ser humano e o animal por meio de ondas cerebrais.

Todo adestrador de cães e cavalos conhece a importância do contato mental com o animal, sendo uma norma para a aproximação inicial com o animal a atitude amistosa e acolhedora que afasta o perigo.

E o que dizer sobre a conexão mental entre os animais?

Rupert Sheldrake, o autor da Teoria dos Campos Mórficos, escreveu um livro sobre o assunto: “Cães sabem quando seus donos estão chegando”, informa ter colocado a prova essa habilidade canina, sabendo exatamente o momento em que o dono no seu ambiente de trabalho pega sua pasta para voltar para casa, deixando esse momento exato registrado em uma agenda. Nessa hora o cão vá para a posição de espera. E se o dono do cão (mais que o dono é amigo) volta para o escritório para continuar sua tarefa, seu maio cão volta para alguma coisa mais interessante, pois sabe que o que ele tanto deseja não está acontecendo. Minutos depois, quando seu amigo realmente abandona seu ambiente de trabalho, volta para a posição de máxima atenção, meu amigo está para chegar. Todo este processo foi documentado com rigor. O autor também documentou centenas de casos de cães e gatos que mudaram seus comportamentos quando seus donos (ou amigos) se acidentaram gravemente ou morreram.

Sheldrake postulou a hipótese da Ressonância Mórfica. As mentes de todos os indivíduos de uma espécie, incluindo o homem, se encontram unidas e formando parte de um mesmo campo mental planetário. Ele denominou esse campo mental de Campo Morfogenético, que afeta as mentes dos indivíduos e as mentes destes também afetariam ao campo.

“Cada espécie animal, vegetal ou mineral possui uma memória coletiva a qual contribuem todos os membros da espécie a qual formam”. Deste modo se um indivíduo de uma espécie animal aprende uma nova habilidade, será mais fácil para todos os outros indivíduos da dita espécie aprendê-la, porque a dita habilidade “ressoa” em cada um, sem importar a distância a qual se encontrem. E quantos mais indivíduos a aprendam, tanto mais fácil e rápido lhes resultará aos demais.

Era uma vez duas ilhas tropicais, habitadas pela mesma espécie de macaco, mas sem qualquer contato perceptível entre si. Depois de várias tentativas e erros, um esperto símio da ilha “A” descobre uma maneira engenhosa de quebrar cocos, que lhe permite aproveitar melhor a água e a polpa. Ninguém jamais havia quebrado cocos dessa forma. Por imitação, o procedimento rapidamente se difunde entre os seus companheiros e logo uma população crítica de 99 macacos domina a nova metodologia. Quando o centésimo símio da ilha “A” aprende a técnica recém-descoberta, os macacos da ilha “B” começam espontaneamente a quebrar cocos da mesma maneira.   

 

 

 

 

 

    

 

 

           

O campo onde está conectada a informação genealógica, descreve Rupert Sheldrake, de um ponto de vista quântico: “Existem na natureza alguns campos chamados Morfogenéticos, os quais são como estruturas organizadoras invisíveis que modelam ou dão forma a tais coisas como plantas ou animais, que também têm um efeito organizador em contra partida”.

Teoria do centésimo macaco: Um exemplo clássico da atuação dos Campos Morfogenéticos é a teoria do centésimo macaco: Em uma região do Japão numa reserva com diversas pequenas ilhas povoadas por pequenos macacos em cada uma.
Toda manhã um tratador distribui-a batatas doces em cada ilhota, para alimentar os macacos, jogando-as na praia de seu barquinho.

Certa vez, em uma ilha em particular, uma das batatas acabou caindo para a areia da praia, onde um dos macacos, observando a areia na batata, repentinamente a levou a água para lavá-la.

Ao lavar a batata, comportamento incomum a aquela espécie, sentiu o sabor salgado da água ao comê-la, e a partir daí, o tratador observou que sempre o mesmo macaco ao apanhar a batata, levava a mesma para molhá-la na água salgada.

Após algum tempo, o tratador observou que todos os macacos da pequena ilha começaram a imitar o comportamento de lavar a batata, como o primeiro macaco.

O que surpreendeu o tratador, foi o fato de que depois que todos os macacos daquela ilha realizavam aquele procedimento, em outra ilha afastada os macaquinhos, sem contato algum , iniciaram o mesmo comportamento de lavar a batata na água na praia! 
Vale lembrar de que os macacos não nadam!

Vemos aqui que o investigador Sheldrake, informa que estamos totalmente conectados, o qual confirma a teoria da Comunicação Telepática, e que essa conexão também acontece no mundo animal.
 

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Alejandro Francisco Rubio - Curitiba - Brasil

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